O Convite a Jornada

Esse convite é para você,  junto do seu sistema familiar, honrar, cuidar e explorar todas as potencialidades que um olhar transformador pode trazer para você e sua família. Quando a gente não pensa mais na gente como um Ser único, a criança grita as suas e tantas outras necessidades e aos adultos sobra a missão de cuidar de si mesmo, olhar o outro e estabelecer os limites.

NOSSO CAMINHO

  • olhar para sua ancestralidade (histórias familiares); 

  • revisitar seu ritual de passagem na gestação, parto e puerpério;

  • renascer e honrar a nova mulher;

  • experimentar os diferentes pápeis que compõem nas relações;

  • reconhecer o novo homem;

  • dar espaço para a chegada da sagrada família.

Buscamos abrir espaços de autoconhecimento, colocando luz nas questões vividas a partir do tornar-se mãe e pai. Permitindo assim olhar para a história de vida de cada um, identificar entre mulheres e homens seus desejos de futuro ao honrar quem já foram, quem nasceu com a maternidade e paternidade, projetando-se no Mundo a partir desse novo lugar. É apoiar para nomear, reconhecer, acolher e se fortalecer nos sentimentos e necessidades que estão vivos, criando espaço de privacidade que não dependa da cisão familiar e que, ao invés disso, incorpore todo o sistema familiar em um caminho de evolução.

 

Nossa proposta inclui também experienciar o viver em comunidade e o responsabilizar-se pela sustentação do espaço da Mulher.

 

Normalmente, o padrão cultural vigente impõe que as mulheres cuidem da estrutura da casa e das crianças para que os homens possam ter seus espaços de trabalho preservados. No entanto, conosco as mães estarão “fora do ninho” e os homens são convidados a trabalhar o seu feminino criando contornos de nutrição e desenvolvimento de si mesmos, dxs filhxs e, consequentemente de toda a família.

 

Assim, a mulher vive a energia da expansão e o homem fica e dá Colo para essa constelação de um jeito que os dois possam se olhar individualmente e ao mesmo tempo fazer parte desse sistema familiar. Para que possam se olhar e se ressignificar nesse espaço e ver o tamanho que esse espaço da família ocupa dentro do cotidiano de cada um.

 

Essa proposta gera espaço para que a família como um todo possa se acolher dentro desse novo movimento familiar vivido. Cuidar para ser cuidado.  Ao gerar novas experiências, disruptivas da identidade familiar antiga, constrói-se uma nova identidade familiar que contempla os espaços de cada um, visto que os espaços não são fixos e a harmonia depende de como transitamos pelos papéis e lugares. É possível construir uma nova Cultura familiar a partir do que está vivo nesse ecossistema.

 

Às crianças, fica disponível o direito de serem crianças. Liberadas das projeções, frustrações, anseios e tempo do adulto, são estimuladas e convidadas a explorar o espaço, construir e acompanhar os pais na criação das estruturas necessárias para vivenciarem o dia. É usar o tempo, as próprias vivências e contato com as referências de seus pais como processo de aprendizado e autoeducação.

 

As crianças estarão nesse movimento respeitando o espaço de crescimento de seus pais, contemplando seus caminhos de evolução e aprendendo com isso, de maneira livre, de acordo com o que ela sente que precisa absorver em cada relação. Crianças fazem parte do campo e autorizam todos a viver o que precisam viver, sem precisar ficar completamente descoladas.

 

1.

Honrando o passado 

O que nossa biografia como filhas nos conta sobre a mãe que somos hoje? A partir da construção do mapa biográfico de cada mulher, iremos reconhecer e honrar em nossa história as imagens que moldam a maternagem presente em cada uma de nós e investigar as crenças, limitantes e expansivas, que constroem nossas narrativas sobre a maternidade.

OBJETIVOS

  • Aumento da consciência sobre si mesma e sua história;
     

  • Compreensão de suas transformações e mudanças;
     

  • Reconhecer os padrões familiares presentes em sua história;
     

  • Apropriar-se das imagens e textos incorporados em seu Eu a partir do seu lugar como filha;
     

  • Honrar sua ancestralidade e empatizar com as vivências familiares.

 

2.

Renascendo como potência

O que nasceu junto com seu filho? Reviver e nomear as experiências de gestação, nascimento e pós-parto, reconhecendo e celebrando a potência emergente em cada uma, abrindo espaço para ressignificar sua identidade como uma nova mulher e honrando o sagrado feminino de cada uma.

OBJETIVOS

  • Reviver e nomear as emoções e sensações presentes na gestação, parto e pós-parto;
     

  • Perceber a potência que nasceu com a maternidade;
     

  • Acolher e incorporar sua nova identidade;
     

  • Honrar e celebrar o sagrado feminino.

3.

Nutrindo o presente

Como ser cada vez mais a mulher que desejo, integrando a minha identidade ao meu ecossistema? Reconhecer e afirmar a nova identidade de cada mulher e, a partir dela, revelar os comportamentos, rotinas, rituais e símbolos que nutram seus diferentes papéis e suas relações com o Mundo.

OBJETIVOS

  • Detectar e reconhecer os papéis ocupados por cada mulher;
     

  • Mapear os estilos de maternagem escolhidos por cada uma;
     

  • Criar um mapa prático (rotinas, rituais, símbolos) que suporte a expressão integral de cada mulher;
     

  • Cocriar com outras mães condições de sustentação dessas escolhas.

4.

Integrando o Outro

Celebrar e honrar o processo vivido por cada mulher, gerando espaço de reconhecimento por seu sistema familiar. Recuperar as experiências de vida em comunidade na criação dos filhos.

OBJETIVOS

  • Propiciar a vida em comunidade; abrir espaços de experiências significativas que respeitem as necessidades de todos os membros familiares;
     

  • Ritualizar a identidade e as escolhas que cada mulher fez para viver de forma mais plena;
     

  • Abrir conversas entre casais  para a cocriação da Cultura familiar que está sendo escolhida.

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